12º Workshop violência contra mulheres: Ilhabela participa do 12º Workshop sobre violência contra mulheres Ilhabela esteve presente no 12º Workshop de.
Ilhabela participa do 12º Workshop sobre violência contra mulheres
Ilhabela esteve presente no 12º Workshop de acesso à justiça durante os dias 28 a 30 de junho na capital paulista. O evento, realizado pelo Instituto Avon em parceria com o Ministério Público de São Paulo, reuniu agentes de segurança pública, integrantes do sistema judiciário, membros do Ministério Público, entes governamentais, psicólogos, assistentes sociais, organizações da sociedade civil e outros membros da rede de enfrentamento e acolhimento a mulheres em situação de violência do Estado de São Paulo.
Com o objetivo de fortalecer vínculos e promover a capacitação profissional, o workshop contou com a participação de 80 profissionais de 18 municípios paulistas, incluindo Ilhabela.
Durante o evento, foram estudados casos e mapeados desafios relacionados a denúncias, investigações e resoluções de ocorrências de violência doméstica ou sexual. Entre os temas debatidos estavam a Lei Maria da Penha, colaboração da rede de apoio, violência e Internet, intervenção com homens, diversidade LGBTQIA+, problemas da rede e violência e Internet.
O arquipélago, representado pelas profissionais da Secretaria do Desenvolvimento e Inclusão Social, buscou atualizar suas informações para desenvolver ações eficientes no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e em toda a secretaria do desenvolvimento social. Na fase final do workshop, foram elaborados planejamentos de curto, médio e longo prazos, com o intuito de criar e potencializar políticas e estratégias eficientes no enfrentamento às violências contra a população feminina de Ilhabela.
Para a secretária de Desenvolvimento e Inclusão Social, Nanci Zanato, a participação de Ilhabela no evento foi importante para preservar os direitos das mulheres. Já a assistente social do CREAS, Alissandra Iede da Silva, ressaltou que a participação permite acesso à informação e contribui para a atuação como agente público na temática da violência contra a mulher.